Com lagrimas nos olhos termino uma grande
viagem feita com muito amor e dedicação a esta leitura que foi bastante ou
quase interminável. As aventuras de Pi. Eu queria poder explicar qual a
sensação do transporte físico para dentro da leitura. Se representado de forma
fílmica que às vezes limita mais torna tudo em uma realidade tão bela e
incrível como as imagens que criei. Lendo o livro “As Aventuras de PI” do
escritor Yann Martel pude realizar a construção de uma experiência única e
naturalista do personagem Piscine Molitor Patel, também conhecido como Pi.
A
narrativa do livro se confunde com o narrador x o personagem Pi. Isso nós
remete a um grande diário de bordo, escrito pelo próprio Pi relatando
minuciosamente cada detalhe, com muito cuidado, como se o leitor tivesse vivido
aquilo com todas as verdades possíveis do que se espera de um livro de ficção(
Literatura Fantástica ). Sozinho ou não? Com fome ou com sede. No livro temos o
narrador, e o personagem. Todas as imagens que a leitura trouxe foram feitas
por mim. Como não tenho experiência em ficar dentro de uma balsa a deriva em
mar aberto juntamente com um tigre de bengala faminto, sozinho e também com
sede, depois de um trágico naufrágio, cujo meus pais e meu irmão não escaparam.
Há muito coisa a se falar sobre o livro, só quero explicar como o filme realizou
com muita força as imagens que criei. Vale a pena ler o livro, em PDF, e-book,
comprado, impresso, emprestado, roubado, mas vale a pena ler o livro.
O filme As Aventuras de Pi (Life of Pi) é a
adaptação cinematográfica do livro A Vida de Pi, de Yann Martel.
No filme uma das imagens que mais me
emocionou é quando o oceano se confunde com o céu ao dia quando Pi se encontra
em estado de espirito um tanto calmo. E quando a esperança parece estar
terminando o mar se delimita a tempestades fortes com visitas de tubarões. São
os altos e baixos da viagem. E da vida de Pi se manifestando de forma simbólica
no filme e que no livro percebi. Pi esta realmente na natureza selvagem. Nada é
de mentira. O filme cumpriu bem o seu papel de representar o filme. São belas
imagens que emociona, que faz pensar, que tudo é muito imenso, e bonito.

Oi Jailson, voltei!
ResponderExcluirOlha esse filme deu mais cor a minha vida!
Sinceramente, eu chorei. O filme é de uma linguagem tão linda. A linguagem sem palavras.